quarta-feira, 9 de maio de 2012


        Escolha o tripé certo



Quem filma reportagens e eventos geralmente prefere um tripé de vídeo, pois eles são mais rápidos de montar e nivelar e geralmente muito sólidos. Lembre-se, porém, que as DSLRs habilitadas para vídeo são muito menores e mais leves que uma filmadora convencional, por isso seu velho e fiel tripé fotográfico já faz o serviço e é mais fácil de transportar. Mais importante ainda é a cabeça usada. Uma cabeça fluida de boa qualidade é essencial para fazer movimentações de câmeras suaves. A proporção entre o equilíbrio e o peso é uma consideração importante: por isso procure por uma cabeça que fique bem equilibrada em seu tripé ao suportar o peso combinado de sua câmera e da objetiva.

Fonte: Revista Digital Photographer Brasil – Janeiro/2012 - Edição 16

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Rede de Imagens


 Rede de Imagens


Quando todos falavam na supremacia dos vídeos na internet, a fotografia se impôs. Hoje, segundo estimativas, a cada dois minutos tiram-se mais fotos do que o total produzido no século XIX. Grande parte dessas imagens é postada na rede. Hoje, 70% de todas as interações feitas pelos mais de 800 milhões de usuários do Facebook têm a ver com fotos. Não foi surpresa, portanto, a compra do aplicativo Instagram pelo gigante Facebook, por 1 bilhão de dólares. Outros serviços de internet baseados em imagens, como o Pinterest – rede social que mais cresce nos Estados Unidos -, ganham adeptos em grande velocidade. Reportagem no site de Veja explica por que é tão sedutor se comunicar através de fotografias e analisa os principais serviços disponíveis na rede.

Fonte: Revista VEJA (18 de abril de 2012)


sexta-feira, 13 de abril de 2012



 As reflex que filmam e dão show



  A onda começou com a Canon em 2008 e de lá pra cá tudo muda entre profissionais de foto e vídeo. As DSLRs (digital single-lens reflex) estão marcando um novo ciclo para fotógrafos, vídeo-makers e cineastas desde 2008, quando a Canon lançou a câmera DSLR EOS 5D Mark II que permite a captura de vídeo full HD. A partir daí outros fabricantes entraram na corrida para desenvolver modelos com o recurso gravação em alta definição. E até as maiores fabricantes de filmadoras tradicionais, percebendo esse movimento, prepararam lançamentos tentando segurar seu mercado.

O vídeomaker Pepê Figueroa, no Rio de Janeiro, acompanha essa tecnologia desde o início e a incorporou em suas reportagens. “Digo que agora posso brincar de cinema no casamento”, conta. É a profundidade de campo que faz o vídeo lembrar cinema.
Parece que os primeiros a gravarem clipes com DSLR para serem inseridos no vídeo e slide show foram fotógrafos e videomakers de casamento. Pioneiros no uso da Mark II para filmagem, os canadenses Stephen e Jennifer Bebb.

Por não ser uma filmadora profissional, a DSLR tem limitações, como latitude pequena, tempo de gravação e tamanho de sensor três vezes menor do que a filmadora de 35mm. Mesmo assim seduz publicitários pelo baixo custo de produção. Várias peças publicitárias foram produzidas em DSLRs.

Com cara de cinema – Antes do vídeo DSLR, as produções do ramo lembravam televisão. Hoje, lembram cinema. E os mais experientes do Brasil ressaltam a importância do desenvolvimento da linguagem cinematográfica em fotógrafos que pretendem embarcar nessa. Hoje faz filmes de casamento inteiros só com este tipo de equipamento. São seis cinegrafistas posicionados para não perder nada. “A primeira impressão foi que é difícil filmar com este equipamento. Para quem é do cinema, é preciso aprender muito da técnica do fotógrafo, e vice-versa. Só depois vem a criatividade”, afirma Everton.

O fotógrafo ainda diz que o diferencial fica na possibilidade de adaptar a troca de lentes para cada momento do evento. E que uma das grandes limitações técnicas está no áudio, daí a necessidade de instalar vários pontos de captura para que o som tenha qualidade compatível com a imagem de cinema. São microfones de lapela nos noivos e padre, e outros para captar o som ambiente, a música, etc.

Prós e Contras do Vídeo DSLR
Contras
- Gravação de no máximo 4 gigas (cerca de 12 minutos)
- Baixa qualidade na captação do áudio
- Pouca estabilidade
- Alguns modelos apresentam superaquecimento
- Dificuldade no controle do foco manual
Prós
- Qualidade de 45 Mbps (formato AVCHD da maioria das filmadoras tem 27 Mbps)
- Maiores sensores e lentes mais claras (um dos maiores benefícios para o vídeo)
- Custo inicial
-Marketing

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

MICROAJUSTE DE FOCO

O microajuste de focagem é algo bem fácil de fazer. Tudo o que é necessário é ter um target, encontrado em http://focustestchart.com/. Imprima o PDF, coloque em uma mesa e monte sua câmera em um tripé, formando um ângulo de 45 graus com a mesa. Verifique no manual da sua câmera qual o item do menu responsável pelo microajuste, confirgure a câmera para JPEG na resolução máxima, coloque sua lente e foque no ponto central da página - aquele que diz "focus here". Clique, aumente o zoom para o máximo possível e olhe o texto ao lado. Se ele estiver perfeitamente nítido, ótimo! Nada precisa ser feito. Mas se o texto estiver desfocado, use os parâmetros do menu para ajustar a lente. Provavelmente um dos traços da régua impressa estará mais nítido do que o texto; aproveite esta informação para fazer o ajuste. A cada ajuste, repita o clique. Quando o texto estiver perfeitamente nítido, a regulagem estará completa. Passe para outra lente, até regular todas.


Target (FONTE: http://FocusTestChart.com)

FONTE: REVISTA P&I, PHOTOS E IMAGENS (ANO 13.#85 NOVEMBRO/DEZEMBRO DE 2011)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Gigafoto Cristo Redentor




Foto 360 graus de um dos cartões postais da cidade do Rio Janeiro, o Cristo Redentor. AYRTON fotógrafo pioneiro no Brasil em fotos 360 de jornalismo, casamentos, esportes, fashion, aéreas, corporativas, little planets, gigafoto, gigapan, megafoto.
 
Confira a Gigafoto no link abaixo. Vale a pena conferir o trabalho deste fotógrafo!!
 
 
 
Fonte: O Dia on line

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Dicas para Fotografar Paisagens


1. Isole elementos

Não ache que tudo precisa ser encaixado necessariamente na sua composição – só porque é uma foto de paisagem não quer dizer que precisamos sempre de um ângulo grande visão. Isole elementos que digam algo sobre aquele ambiente e complemente as fotos com todas as informações juntas.

Machu Picchu
10mm – ISO 100 – f/6.3 – 1/320s (HDR)
 
Como sempre, para uma boa composição, deve haver um ponto de interesse que segure a atenção de quem está observando a imagem.

2. O horizonte deve estar retinho

Ao compor paisagens preste atenção no horizonte. Em primeiro lugar, ele deve estar nivelado. Se o céu estiver sem graça coloque o horizonte no terço superior do quadro. Se a parte de baixo da foto estiver sem graça coloque o horizonte no terço inferior, dando mais destaque ao céu. Se nenhum deles está interessante use o zoom para eliminar o excesso de “nada.”

 

3. Garanta uma boa profundidade de campo

Para conseguir nitidez do começo ao fim da paisagem use uma abertura mais fechada (f/16, por exemplo.) Combine isso com um ISO baixo (100, por exemplo) e lembre-se do tripé para conseguir velocidades mais baixas.


Sacred Valley
10mm – ISO 100 – f/20 – 1/320s (HDR)


4. Preste atenção nos detalhes

Quando vemos uma cena interessante podemos encontrar cor, beleza e suas características principais. Mas também olhamos direto para linhas bem marcadas, latas de lixo e coisas feias. Antes de bater a foto preste atenção em elementos que não são tão bonitos assim para estar na sua foto.

 
5. Cuidado com sua sombra

Não fotografe acidentalmente a sua própria sombra, tome bastante cuidado ao fotografar no começo ou no fim do dia pois as sombras ficam mais longas. Para evitar isso fotografe de uma altura mais baixa ou com a sombra batendo em uma área já sombreada da composição.