quarta-feira, 6 de julho de 2011

Manual do Procon ajuda a driblar problemas comuns em serviços para o casamento

Devido ao grande número de reclamações quando se trata de serviços para casamentos, o Procon lançou o "Manual dos Noivos". Entre as recomendações no quesito Foto e Vídeo pede-se que o casal determine, por escrito com a empresa, a quantidade de profissionais que cobrirão o evento, detalhes como número de páginas no albúm e número de fotos, tempo de filmagem, prazo para entrega dos produtos, critérios para cancelamento do contrato e formas de pagamento. O manual ainda ressalta a importância de firmar tudo o que foi dito por meio dos contratos, aconselhando o consumidor a prestar atenção às letras miúdas.


O Manual pode ser conferido no link http://www.procon.sp.gov.br/noticia.asp?id=2047

terça-feira, 31 de maio de 2011

Fotógrafos americanos preferem trabalhar em casa




Dizem que toda segunda-feira alguém acorda e decide: "Vou ser fotógrafo!". O fenômeno é frequente nos países de língua inglesa que, por tabela, influencia o Brasil. A enxurrada de iniciantes é resultado da baixa qualificação e investimentos exigidos para atuar na área. E também pela dificuldade do consumidor em diferenciar um serviço mais ou menos profissional. É aí que argumento do "melhor preço" ganha peso, para desgosto dos estabelecidos. Um cenário que levou associações americanas (lá elas funcionam) a fazer pesquisas sobre perfis e índice de retenção na atividade. Revelaram dados interessantes. A maioria dos iniciantes não cruza os 18 meses na ocupação. Mais de dois terços dos fotógrafos americanos de retratos e casamentos trabalham em casa. Vários deles tentaram ter endereço próprio, mas não se pagou. Ou voltaram para casa ou desistiram de ser fotógrafo. No Brasil não há estudos com essa precisão.

Canon 5D Mark II conquista mercado



A tecnologia tem se esforçado para provar que tamanho não é documento. E tem conseguido. Prova disso é a câmera fotográfica digital 5D Mark II, da Canon. Pequena, ela se assemelha às câmeras convencionais usada por fotógrafos, jornalistas e também por àqueles que gostam de produzir fotos mais profissionais.
Com 21,1 megapixels, a Canon 5D já está sendo utilizada em diversos estúdios, já que corrige problemas de luz escassa e grava em high definition a 24 frames por segundo, além de ser mais leve do que as filmadoras profissionais. A 5D utiliza o sistema Digital Single-lens Reflex, também conhecido como DSLR, em que espelhos e um pentaprisma enviam a imagem da objetiva para o visor na parte posterior.
A máquina foi lançada em meados de 2009 e ainda enfrenta uma certa resistência de quem acredita que uma câmera fotográfica não serve para filmagens, assim como uma filmadora não faz fotos. Entretanto, a 5D Mark II supera as expectativas por ser capaz de filmar em alta resolução, surpreendendo até mesmo os profissionais de longa data.
A qualidade da filmagem da 5D foi comprovada na sexta temporada de House, série da Fox, dirigida por Greg Yaitanes. O último episódio foi totalmente gravado com a Canon 5D. Em seu twitter, Greg afirmou que “isto é o futuro”.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

MEGAPIXEL NÃO É TUDO!


Qualquer câmera digital que você for utilizar, seja comprada 10 anos atrás ou mais, estará condicionada a quantos megapixels ela possui. Não são todos os usuários que sabem, mas a venda do megapixel virou certa ferramenta de marketing para os fabricantes. Na verdade, os megapixels estão 100% relacionados ao poder de uma futura ampliação da imagem capturada. Claro que, junto a essa evolução, vários outros fatores estão atrelados à câmera e, consequentemente, quando adquirimos uma câmera mais nova, com mais megapixels, é quase certo que ela possuirá um processador mais evoluído, um sensor mais preparado e com menos ruído, e outros fatores que acompanham a evolução tecnológica do equipamento. Isso é natural, mas não é certo pensar que o simples anúncio de uma nova câmera, com mais megapixels, irá justificar esse lançamento. Justifica-se se o grande fator for a questão de uma futura ampliação numa metragem de valor mais alto. Câmeras como a Nikon D7000 e D3s possuem aproximadamente 12 megapixels e a Canon 5DMark II chega até 21.1 megapixels. Friamente falando, no quesito megapixels, o que difere uma da outra é o simples poder de ampliação da imagem capturada.

A GUERRA FRIA DAS DSLR



Ja é um fato que a fotografia digital não tem mais volta e é ainda mais certo que os equipamentos que os fotógrafos utilizam, ou seja as cãmeras, estão cada vez surpreendendo mais os profissionais, com novos recursos voltados exclusivamente para a fotografia propriamente dita ou até para uma área "parceira", a cinegrafia. Essa evolução não aconteceu por acaso, num piscar de olhos. Na verdade, houve, e ainda há por parte de algumas pessoas, um preconceito muito grande quando o assunto é fotografia digital. De acordo com elas, a fotografia perdeu o charme e a tradição quando foi trocado o bom e velho filme por um sensor digital. Mas o fato está consumado e, com toda certeza, todos os grandes fotógrafos da atualidade aderiram aos meios digitais, pelo simples fato de essa evolução ter trazido diversos benefícios a todos. No quesito equipamentos fotográficos, na época do analógico, havia grandes nomes que ditavam o ritmo da evolução tecnológica. Essas grandes marcas também evoluíram e mesmo na era digital elas ainda predominam. Estão lá pelo simples sinônimo de qualidade em tudo que representam. Mas, apesar de serem os nomes mais populares, quando o assunto são câmeras digitais, não foram exatamente as fabricantes Canon ou Nikon que iniciaram toda a revolução. Esse foi um papel, muito bem representado por sinal, pela Kodak, muito famosa até então pelos filmes que abasteciam as câmeras analógicas, ainda no século passado. A Kodak, especializada em filmes, papéis fotográficos e câmeras com foco fixo, foi a pioneira no lançamento da SLR (single lens reflex) digital no mercado, com um sensor batizado de DCS, enquanto as grandes marcas, Sony, Canon e Nikon, estavam engatinhando no lançamento das digitais compactas. Mesmo sem possuir qualquer know-how na produção de câmeras reflex, em 1991 a Kodak teve a genial ideia de utilizar do corpo da concorrente e integrar um sensor de 1 megapixel, custando cerca de 25 mil dólares. Um ano após esse lançamento, a Kodak inovou novamente, com a introdução de uma nova câmera. O mercado pôde presenciar a mais nova "DSLR" (digital single lens reflex), que, apesar de ser também uma adaptação de um corpo da concorrente (Nikon F90), não deixou nada a desejar. A grande evolução está no uso de um produto desenvolvido por eles mesmos, um back digital produzido com um total de 6 megapixels, um enorme avanço para a época .Nesse período de transição, ainda não era possível dizer que havia DSLRs no mercado. Elas não passavam de adaptações de corpos já existentes e sensores acoplados. As reais reflex digitais eram somente experimentos científicos, com uma produção muito limitada a determinados eventos. Mas, em meados de 1995, a Nikon introduziu no mercado o que ela dizia ser a evolução. Chamada de Nikon E2, não era exatamente uma obra-prima, e eles mesmo diziam que não era muito prática de manusear. Porém, apesar de ser uma adaptação de um corpo Fuji com centenas de componentes eletrônicos, era possível comprar essa beleza de 1.3 megapixel por "apenas" 20 mil dólares. Hoje é possível encontrla por aproximadamente US $ 200 no mercado. Outros modelos foram lançados, outras tentaivas de evolução foram assumidas, mas em 1999 a Nikon recelou a primeira DSLR de uso prático no mundo, batizada de Nikon D1.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Como as Câmeras vão pelo mundo



  • A alemã Leica dobrou as vendas em apenas seis meses dos modelos mais caros: S2 eM9. A previsão é a empresa faturar 110 milhões de euros em 2010.

  • As vendas de cãmeras com lentes intercambiáveis cresceram em 2010 nos EUA. Compactas digitais caíram 4%, segundo a NPD Group. Há dez anos uma DSLR custava 3.500 dólares. Em 2008 um modelo desse tipo era vendido por mil dólares. Dos oito modelos de DSLR comercializados pela Sony nos Estados Unidos, seis deles custam menos de mil dólares (o que facilita a quantidade de fotógrafos entrantes). Em 2010, 62% das câmeras com lentes intercambiáveis ofereciam gravação de vídeo. em HD.

  • 75% das famílias norte-americanas têm uma câmera digital. em 2004, metade das famílias tinha uma câmera digital em casa.

  • As câmeras 3D representam 5% das vendas mundiais de compactas digitais.

  • Em 2009, o mercado de câmeras digitais encolheu 75%.

  • Em mercados emergentes, a câmera digital vai muito bem. Na índia, por exemplo, o crescimento foi de quase 75% em 2010.

  • Os destaques em 2010: câmeras com gravação de vídeo HD, Micro 4/3 e modelos 3d.

Vídeo DSLR e HD vídeo



Cada vez mais comum uma câmera trazer gravação de vídeo em HD. Para competir, os fabricantes de filmadoras lançaram modelos de bolso, justamente a grande vantagem das câmeras. Só que não é por isso que o vídeo em câmeras fotográficas faz sucesso. Caiu no no gosto de todos, porque é dois em um. E traz a possibilidade de slide shows sem a necessidade de dois equipamentos. O segmento de Vídeo DSLR bombou, com campanhas de TV filmadas em reflex digitais de alta resolução, como as propagandas da Nextel. Programas de TV do Brasil e do exterior também entraram na onda. Veio para ficar. Em 2010 surgiram muitos acessórios que facilitam quem quer filmar com a DSLR. Exemplos: LEDs e suportes especiais.



O que vem por aí?

A nova onda é o Full HD e o 3D. E isso vale também para compactas digitais, algo que já acontece em alguns modelos da Nikon e Sony. Novos acessórios e até programas que aprimoram o desempenho desses equipamentos devem chegar com força em 2011.